quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Cara de palhaço

Hoje foi dia mulherzinha. Na frente da casa da minha irmã tem um salão bem pequeno mas que ela disse que era bom, aí fui lá fazer a unha e depilação. Descobri que fazendo pé e mão ganhava uma hidratação no cabelo. Fiz o pé, que ficou bom, e a mão que não gostei, tanto que cheguei em casa e lixei tudo de novo (eu tenho problemas, eu sei). Aí fui hidratar e devia ter parado por aí quando descobri que quem ia fazer o serviço era a manicure, mas sou uma menina corajosa, e tava gostosinho, temperatura da água perfeita, massagem, touquinha ridícula e fui depilar meia perna.
Deitei na maca, a moça passou 3 quilos de cera, até aí tudo bem, cada um tem seu método, nem tava doendo, aí perguntei se ela depilava o buço, vulgo bigodinho, pq eu nunca tinha feito e tinha medo que ficasse vermelho já que amanhã eu tenho um compromisso (meu novo trabalho aliás, TV Bandeirantes, todo domingo as 18:00, lá com seu Raul, esqueci de falar pra vcs), e antes que eu percebesse ela tacou cera no meu bigode. Pípou! Aquela coisa quente fez lágrimas sairem pulando dos meus olhos.
Tá, eu sou fresca.
Enquanto ela deixava a cera esfriar no rosto, puxou a da perna, detalhe: eu estava com um machucadinho no joelho e achei que a mulher tivesse desviado, mas que nada. Quando ela puxou veio pêlo, pele, casquinha do dodói e o arrependimento imediato da cera já dura na cara. Joelho latejando, machucadinho aberto, não deu tempo de chorar, ela puxou a cera do rosto, tacou a segunda camada que escorreu nos lábios (muito medo de arrancar a pele da boca!!!), puxou de novo e falou: tá ótimo! Eu: mas não ficou vermelho? Ela: Que nada, não dá nem pra perceber. E aquilo pulsando, coçando, doendo, pinicando. Bom, eu pensei, pelo menos nem vai dar pra ver. Aha, pegadinha do Mallandro! Assim que abri a porta a cabelereira/ manicura gritou! Ahhhh! Aproveitou e fez o buço, hein?
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