sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Seguidor 300

E o seguidor de número 300 é um meninoooooooo.
Viu, meninos também brincam de blog!
Parabéns Fernando Luiz!
Sei que você preferia ganhar na mega sena, mas já é um começo, rs
Obrigada seguidores fofinhos da titia, sintam-se  todos abraçados!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Quase dezembro

Quando eu era pequena meu desespero no ano novo é que no dia seguinte já era outro ano e o tempo não parava. Não para mesmo. Pra nada. Nem pra dor, nem pro sofrimento, apesar de a gente achar que ele se prolongue nesses momentos. Nem na alegria, no êxtase, na felicidade, mas nesses momentos achamos que o tempo voa.
Dezembro já tá vindo aí, batendo na portinha. Foi um bom ano pra você? Está sendo um bom momento pra você? O que você fez, no que você melhorou, no que você não conseguiu evoluir, que laços se romperam e quais você tentou consertar, o que você disse que nunca faria e fez, o que você prometeu sempre manter e jogou fora?
Você ainda faz promessa de ano novo?

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Você, so você...

Quantos papéis a gente interpreta nessa vida? Mal a gente nasce e já somos filha de alguém, neta, paciente. Somos alunas, tias, irmãs, mães, esposas, caçula, mais velha, chefe, empregada. E nessa roda viva, nesse constante respirar acelerado esquecemos do papel principal. Quem é você? O que você é? Esqueça seus relacionamentos, seus problemas, suas ligações. Pensar em você mesma não é egoísmo. Agora nesse momento você não é filha, nem mãe, nem amiga. Fechamos a cortina e estamos no camarim. O que você quer, do que gosta, o que sente, do que precisa? Se nesse instante você não tivesse nenhuma obrigação a não ser fazer você mesma feliz o que te levaria a esse estado?
Agora posso te contar um segredo? Você nasceu para isso, para ser feliz. Sei que a vida te leva pra cá, te puxa pra ali, os relacionamentos comandam o mundo, mas você só vai conseguir ser uma pessoa melhor para os outros se for boa com você mesma.
Quer viajar, ler um livro, não fazer nada, fazer uma massagem, um tratamento estético, tomar um banho de banheira, pintar as unhas, olhar vitrine, apenas respirar fundo e não pensar em nada? Tá esperando o que? Só você pode se fazer feliz, a felicidade nunca pode depender de qualquer fator externo, nem de marido, nem de dinheiro, nem de filhos. Por isso você vê tanta gente se arrastando pela vida com aqueles olhos tristes, marido, filhos, uma casa bonita, um bom emprego, e um imenso peso. O que está faltando pra essa pessoa? Ela mesma.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Abrindo a carteira

Eu já tive problemas com dinheiro, não de ficar devendo, gastar mais do que deve ou coisa do tipo, eu era muito, mas muito digamos "econômica". Não gastava nada comigo, nunca comprava uma roupa nova ou me fazia um mimo, mas aprendi a lidar com isso e mudar essa característica minha.
O dinheiro não é bom ou ruim, ele é neutro, o que nós fazemos com ele é que pode não estar certo, e a vida cobra. Eu conheço uma pessoa muito reclamona, sempre fala que não tem dinheiro mesmo quando tem, que se faz de coitada, que não pode sair pra almoçar fora pq não vai ter dinheiro pra pagar o condomínio, e aí um belo dia você liga pra casa dela e recebe a notícia de que foi viajar, ou seja, puro charme, ou melhor chatice. Mas a vida cobra e de tanto falar que não tinha dinheiro aconteceu exatamente isso que ela tanto reclamava.
Tem uma outra que é mega econômica, de rodar kms atrás de um detergente que está 5 centavos mais barato, e é incrível, a vida dessa pessoa não vai pra frente, mesmo quando aparece um $$ inesperado não sabe usar e ele evapora.
Dinheiro é energia e não pode ficar parado, não quer dizer que você não deva ser econômico, fazer investimentos ou uma aposentadoria privada, mas tem gente que só acumula e a energia não circula. Eu estava bem assim uma época, completamente acumulativa, bitolada, aí acordei um dia e pensei, poxa, posso morrer amanhã e não aproveitei nada, não me dei presente, não ajudei alguém, tá o $ parado e minha vida tá parada (nossa, quanta coisa pra se pensar quando acorda, né? rsrs). Me arrumei, fui dar uma voltinha e resolvi comprar umas rasteirinhas pra mim, estava precisando, ia viajar e não tinha nenhuma, eu juro que enquanto estava no shopping me telefonaram, me convidaram pra um trabalho a ser feito ainda naquela semana e o dinheiro ia dar e sobrar pra viagem! E uma outra vez resolvi - depois de um período cinza - cuidar de mim, me mimar mesmo, massagem, tratamentos e frescurinhas, me desliguei dos problemas dos outros e gastei um pouco comigo, do nada me mandam um e-mail dizendo que vão me pagar uma conta que está pendurada já faz 10 anos!
Energia é feita pra circular, coisas paradas atraem coisas paradas, mixaria atrai mixaria, mudar seu pensamento e a forma com que você trata o dinheiro faz com que ele vá e volte em dobro pra você.
Tudo guardado as devidas proporções é claro, não vale usar esse post como desculpa pra comprar o seu décimo peep toe preto, rs. Ou vale, né? Se tiver na promoção...

PS:já que estamos no assunto aproveite esse fim de ano pra fazer aquela mega limpa no seu armário, doe tudo que você não usa há mais de 1 ano, e abra espaço para coisas novas na sua vida. Só entra o novo se o velho sair!

terça-feira, 17 de novembro de 2009

People don´t change

Não sei vocês, mas eu tenho alguns processos de sofrimento e queria muito me livrar deles. Talvez os conhecendo eu possa melhorar isso, mas pra ser bem sincera sou assim desde criança. É como diz o Dr. House: people don´t change.
Eu sou assim ó, chega um texto de um trabalho pra eu decorar, leio uma vez e entro em pânico, acho que nunca vou conseguir, que aquilo é impossível, sofro horrores, me dá preguiça, invento desculpas para não ler e de repente eu decoro. Vergonhoso! Quando eu era criança fazia O drama em véspera de prova, chorava, falava que não sabia nada e voltava com um 10!
Mas descobri que eu não sou a única, meu marido consegue ser pior, rs. O processo dele é em relação a compras e escolhas. Ele compra um sapato, adora, acha lindo, assim que chega em casa já não acha tão bonito, diz que o número tá errado, que machuca o pé, que não combina com nada, e isso fica acontecendo por dias, semanas e dependendo do assunto por meses. Aí, de repente, não mais que de repente ele fala: nossa, esse sapato é lindo, né?
Estamos praticamente empatados no quesito loucura, e vocês?

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Saci

Uns meses atrás sumiu meu negocinho de senha do banco, até comentei aqui. Procurei, revirei e até agora o negócio nao apareceu. Ontem estava na minha cama decorando um texto para um teste, levantei pra atender o telefone e quando voltei tinha sumido. Meu ap é micro, não tem onde perder um papel em 5 segundos, ainda mais que eu estava sozinha. Olha, até na geladeira eu procurei, embaixo da cama, do sofá, no armário, e nada. Evaporou-se. É o Saci, só pode rs.
Mas aí fiquei encanada, tipos será que não é pra eu fazer o teste? Pq como pode o negócio ter evaporado? Uma vez quando eu morava em Curitiba tínhamos alugado um carro, a mudança ainda estava sendo feita então só tinha uma caixa aberta, o sofá da sala coberto com um lençol e o colchão no chão, resolvemos sair e cadê a chave do carro? Procuramos muito, mas muito mesmo, levantamos o lençol do sofá, olhamos em baixo, passamos a mão, olhamos o colchão, dentro da única caixa aberta e nada. Chamamos o cara da empresa de locação de carro, ele foi lá levar a chave reserva. Ficamos meio assim e resolvemos não sair mais naquela noite, assim que decidimos isso levantamos o lençol do sofá pela terceira vez e simplesmente a chave apareceu no lugar que já havíamos procurado.
Sei lá, será que se eu decidir não fazer o teste o roteiro aparece?

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Laço

Um dos pedidos de casamento mais bonitos feitos em filme na minha opinião é o que o Ed Harris faz para a Julia Roberts na película Lado a Lado. Ele dá uma caixinha, ela abre e dentro tem um carretel de linha, uma ponta ele amarra no dedo dela e na outra ele coloca a aliança, enquanto a aliança percorre o caminho até o dedo ele faz um discurso belíssimo dizendo que no seu primeiro casamento ele deixou a linha se romper e que agora ele não quer que isso aconteça novamente.
Durante a nossa vida muitas linhas se rompem, brigas com colegas, desentendimento entre pais e filhos, rusgas entre irmãos, problemas com amigos. Acho até que tudo é reversível, a gente consegue consertar a linha, dá um nozinho e a ligação está feita de novo, dá até pra fazer um cachecol com a linha arrumada, mas o nó sempre vai estar ali, por mais que se disfarce, puxe pra dentro, cole, costure, e sempre vai incomodar.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Uma certa birra com o Natal

Fui ao supermercado semana passada e já tinham várias renas de pelúcia para pendurar na porta, ou seja, já é quase Natal oficialmente então posso começar a leva de posts sobre traumas de infância, papai noel e presentes. Sabe, eu tenho uma certa cisma com datas comemorativas como dia dos pais, das mães, Natal e afins, qualquer data que carregue uma certa obrigatoriedade de cumprir um cronograma e protocolo. Mas como você não gosta de Natal, pessoa sem coração! - alguém mais exaltado grita-, calma meu filho, eu já vou explicar, deixa eu divagar um pouco antes.
Quando era criança (nem faz muito tempo, tá?) era bem legal, tinha árvore, a gente saía pra comprar enfeites fofoletes, às vezes era na casa da vó e outros lá em casa mesmo, tinha a ceia, tinha presentes, mas nada muito tradicional, a gente abria os presentes bem antes da meia noite, assistia novela, aí jantava, vinha o especial da Xuxa e todas as crianças presentes já tinham cansado dos seus respectivos brinquedos e queriam o do outro. Isso sem entrar em detalhes de filas no shopping para ver o papai noel, eu nunca queria, era a decepção da família, até hoje guardo um certo, uhum, "respeito" por pessoas vestidas de Papai Noel (palhaços e afins, mas outro dia eu conto).
As crianças cresceram e os adultos deram uma desanimada forte, forte mesmo. Era uma briga pra se montar a árvore, ninguém queria cozinhar (como assim, não passo o Natal sem meu salpicão de frango defumado), meu vô já estava ficando velhinho e queria comer a ceia 6 horas da tarde, minha mãe num ânimo contagiante sempre escolhia esse dia para pegar no meu pé, um reburduncio.
Aí conheci meu marido e a família dele é oposta a minha em relação ao Natal. Oposto. Contrário. 180 graus. Espero ter me feito clara. Mega tradicional, funcionários são contratados, comidas são encomendadas, louças são alugadas, vestidos são comprados, a ceia começa às 22:00, os presentes só podem ser abertos à meia noite, boring pra mim que nunca me fiei às tradições. Respeito mas não compartilho. Logo eu que cansei de passar Natais de pijama, ceiando a hora que desse vontade, acabando com as cerejas da mesa antes mesmo de abrir os presentes. Ano passado eles até tentaram fazer uma coisa mais íntima, cada um levou um prato, mas acho que eles não curtiram pq esse ano vai voltar o velho esquema, e eu vou voltar a passar o Natal na casa da minha irmã, lá onde meu cunhado fica feliz com um dedo de Cidra Cereser ou Chuva de Prata (adooooro, rs), isso sim é que é tradição de Natal.
E a cisma, um leitor mais atento pergunta, calma, explico agora.  Neguinho briga o ano inteiro, fala mal do tio, reclama da prima e nesse dia todos resolvem se reunir e serem fofos, pq o espírito de natal que ZZZzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz. Meu poupa gente, não é o cúmulo da hipocrisia escolher apenas um dia do ano para ser uma boa pessoa? A gente não deveria tentar ser uma pessoa melhor a cada dia do ano? Escolher uma época específica para isso me parece deveras suspeito.
Então é natal, já canta ao longe a Simone...

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Mini saia justa

Passada a ferro e engomada com o que aconteceu na faculdade Uniban.
A menina foi com um vestido. E isso bastou para ser ameaçada de estupro, ser xingada de puta e outras amenidades. Fiquei mais chocada ainda que ontem no Fantástico disseram que não foi a primeira vez que isso ocorreu no local, mostraram imagens de uma menina tendo o seu carro chutado por motivos parecidos.
E mais passada ainda eu fiquei pq o Fantástico me chama a Glória Kalil para analisar o vestido, e faz votação virtual perguntando se a menina devia ou não deveria ter ido com aquele vestido.
Tá todo mundo entendendo errado, a questão aqui não é o vestido, o tamanho da saia, o figurino, e sim a atitude nazista e tacanha de universitários que param uma faculdade, desrespeitam os professores, chutam as portas, ameaçam um ser humano por causa de um pedaço de roupa.
Nada justifica. Que mente é essa? O que se passa na cabeça dessas pessoas? Como foi muito bem falado pela Astrid Fontenelle se um tacasse uma pedra todos iriam atrás. A massa é a massa. Disforme, podre, fede.
E capaz das namoradas dos rapazes defensores da moral e bons costumes se vestirem igual.
E muito capaz das meninas que fizeram parte terem saias mais curtas.
Mas não pode ir vestido assim numa faculdade, alguém grita. A questão NÃO é essa. Ninguém tem direito de agredir um ser humano, nem com motivo, o que dirá por um vestido.
Ainda bem que o mundo vai acabar em 2012 mesmo...
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